Baleia azul, crise econômica, drogas, bullying, tecnologia, família, responsabilidade, escolhas, ética, entre outras coisas, permeiam a educação em nossa contemporaneidade. E o que isso tem a ver com estimulantes e, mais ainda, com dor? Nossa sociedade continua questionando e vetando os jovens com uma chuva de perguntas que são desanimadoras, desalentadoras, frustrantes e que criam impotência.

Neste cenário, vemos que a Educação é apenas mais um pilar dessa cultura popular. Por isso, ela precisa passar por uma revolução. Não somente as ideias milionárias ou o QI são efetivos e um sucesso garantido. Precisamos introduzir uma nova cultura, um novo olhar, pois assim estamos enclausurando potenciais e destruindo possibilidades.

Desenvolvendo habilidades distintas

Com isso, há a expectativa que é gerada em torno da escola. Espera-se que ela ajude os alunos para que contem histórias, dominem linguagens, resolvam problemas. É importante que sejam críticos e se comuniquem de maneira mais clara. No entanto, os especialistas apontam que, para ter sucesso na vida pessoal e profissional. É preciso desenvolver através da educação pessoas com habilidades socioemocionais.

Pensando nisso, estão em cena metodologias de ensino que respeitam o ritmo de cada aluno. Em sistemas por adaptação, conduzimos nossos jovens a seguir seus instintos, usar seus recursos internos, potencializar sua imaginação, buscar seus sonhos. Cada criança possui habilidades distintas. A exemplo de saber gerenciar suas próprias emoções, conseguir desvencilhar-se e superar acontecimentos ruins, manter relacionamentos saudáveis com outras pessoas e o entusiasmo pela vida, demonstrar uma saúde emocional equilibrada que proporcionará um sentimento de bem estar e uma vida mais saudável.

Escolha para felicidade sem dor

Desenvolver logo no início da vida os recursos internos para lidar melhor com as dificuldades e frustrações do dia a dia é algo que promove o desenvolvimento integral do indivíduo. Isso torna os jovens mais felizes e socialmente integrados e ativos no ambiente em que vivem. Assim, aprendem das mais diversas formas e em ritmos diferentes.

A desconexão é a grande força motriz do desinteresse do jovem. Ações que incentivem o ensino, promovam o engajamento da família e garantam avanços no processo de aprendizagem. Li isso em algum lugar e achei fantástico: todo mundo acha que entende de educação só porque já foi aluno um dia, mas não é bem assim!

Ritah Oliveira com seu livro
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Competências socioemocionais como caminho de transformação

Quando associei Competências Socioemocionais ao Viagra (medicamento prescrito por receita médica, usado para tratar a impotência sexual). Em nosso contexto, a intenção é de impactar nossa performance acerca dos princípios que regem a Era da Sabedoria. Ela defende que as pessoas tenham atitude mental, capacidade de escolha e de dirigir a própria vida. Para isso, é necessário estimular o senso de possibilidade e de potencial, de modo a entender que a capacidade de descobrir que o que lhe afasta da dor pode lhe trazer felicidade. O segredo da Era da Sabedoria consiste em descobrir o próprio talento, equilíbrio, segurança, autonomia, responsabilidade, realização e fazer aquilo que, realmente, lhe causa prazer.

Toda vez que uma criança, adolescente ou jovem passa por situações onde o desmerecimento, a vergonha, as comparações, as incertezas, a violência verbal e física, a ignorância exaltada, a repressão, a dificuldade no entendimento, a estagnação, as cobranças, entre outras posturas, são exaltadas, o sentimento é de IMPOTÊNCIA.

Bala de prata?

Neste momento, entra em xeque a resolução: COMO? O QUÊ? QUEM? QUANDO? Nós, enquanto adultos, temos a liberdade e um leque maior de opções para solucionar nossos sentimentos de impotência e frustração. No entanto, adolescentes não querem só uma infraestrutura melhor — eles desejam SER EDUCADOS (e não adestrados!) num ensino tanto em casa, quanto na escola, conectado com atividades práticas. Apenas chegar e dizer: “isso é errado”, afasta a possibilidade de diálogo com o jovem.

Não existe uma “bala de prata‘” que resolva todos os gargalos da nossa civilização. Por isso, o Instituto ORBE Humano, administrador do Coaching Teen, trabalha para resolver um problema de cada vez. Quando criei meu instituto, procurei destacar o princípio básico para o qual o coaching foi criado: observações sem julgamento de variáveis críticas. Afinal, se as observações forem precisas, a mente, o corpo e emoções da pessoa vão se ajustar e corrigir-se automaticamente para alcançar o melhor desempenho. Desse modo, o Coaching Teen, é um projeto que acredita que um trabalho importante entre famílias, escolas, instituições governamentais, pode ser feito.

Portanto, podemos e devemos auxiliar e apoiar a geração de futura para grandes feitos, grandes conquistas, reconectando o destino do ser humano a felicidade, através da modelagem do caráter destes para que as problemáticas que enfrentamos atualmente sejam resolvidas.